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Perseverança na doutrina

  • Foto do escritor: Pastor Glauco Barreira M. Filho
    Pastor Glauco Barreira M. Filho
  • há 2 dias
  • 2 min de leitura

Crédito da imagem: Warley Frota



“Conserva o modelo das sãs palavras que de mim tens ouvido, na fé e no amor que há em Cristo Jesus. Guarda o bom depósito pelo Espírito Santo que habita em nós.” (II Timóteo 1: 13-14)

 


O desafio de todo genuíno pastor e cada crente em particular é guardar a sã doutrina sem alterações até o fim.


Ao longo da jornada, inúmeras pessoas adaptam a doutrina às suas conveniências. O mundo nos coloca em dilemas que põe nossos novos interesses em conflito com aquilo que defendemos. Nessa hora, cada um poderá descobrir se é ou não um crente verdadeiro. É preciso sacrificar os interesses em proveito da verdade e se alegrar nisso.


Há três grupos de pessoas: 1) aqueles que adaptam as crenças às conveniências; 2) aqueles que sustentam a doutrina contra os interesses próprios, mas se amarguram de faze-lo; 3) aqueles que obedecem à palavra, sacrificam os interesses próprios e se regozijam em vencer a si mesmos. O primeiro grupo é dos levianos. O segundo grupo não goza da vida abundante e da paz que excede todo entendimento. O terceiro grupo experimenta a vida vitoriosa e os rios de água viva correndo do interior.


As pessoas no mundo são volúveis, os seus valores mudam a toda hora. Tudo é superficial e banal. Não há convicções, padrões ou princípios. O certo e o errado são questões de gosto. A igreja freqüentada é escolhida por padrões culturais, econômicos ou temperamentais.


Dentro da conjuntura atual, Pedro, Paulo e Tiago seriam considerados fanáticos, legalistas ou estraga-prazeres. A igreja primitiva seria considerada sem estrutura para as famílias burguesas. Suas atividades seriam insuficientes para entreter os jovens. Sua música seria cafona. As pregações intrépidas seriam classificadas como “direcionadas”.


Em meio a tudo isso, cabe aos crentes fiéis buscar um avivamento para serem renovados em Deus somente, sem fazer concessão alguma ao mundo e suas demandas. Na atual fase da história da igreja, perseverança é a grande virtude.

 

“Combati o bom combate, acabei a carreira, guardei a fé.” (II Timóteo 4: 7)







Pr. Glauco Barreira M. Filho (22.12.2008)

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